Diagnóstico e implementação — pela mesma pessoa

Eu acho onde a suaoperação perde dinheiro.E fico até consertar.

Começa pelo Raio-X Operacional: em poucas semanas, o mapa da sua operação como ela acontece de verdade, o gargalo que mais custa — com o valor por mês, conta aberta — e o plano de conserto. Escopo, prazo e preço fechados antes de começar.

01Os sinais

Quatro sinais de que a operação custa mais do que deveria.

Eu trabalho com empresas que já vendem bem e precisam organizar a operação. Quem executa é uma pessoa, não uma firma — e uso IA na parte em que ela rende: é o mecanismo, não o que eu vendo.

Toda melhoria que dura respeita duas coisas ao mesmo tempo: como o trabalho funciona e como as pessoas trabalham. Quem otimiza só uma costuma piorar as duas.

01
Controle gerencial

Um painel sobre os seus dados: onde o dinheiro entra, por onde vaza, onde cada coisa parou.

É o seu caso se hoje o número que você precisa só existe depois que alguém monta uma planilha.

02
Processo redesenhado

O caminho de uma ordem, um pedido ou um cliente, refeito para tirar retrabalho e dependência de pessoa.

É o seu caso se quando uma pessoa específica falta, a área para.

03
Sistema sob medida

Software construído para a sua operação quando comprar pronto não serve — ou quando o ERP cobre metade e o resto virou planilha.

É o seu caso se o sistema oficial existe, mas o trabalho de verdade acontece fora dele.

04
Integração entre áreas

Uma fonte só de informação, no lugar de cada área com a sua planilha.

É o seu caso se duas áreas discutem qual número é o certo.

Por que isso ainda não foi resolvido? A consultoria entrega o relatório e vai embora; a casa de software entrega exatamente o que foi pedido — e o pedido estava errado. O seu caso precisa das duas.

02O Raio-X Operacional

Uma porta de entrada, com tudo decidido.

Começa com uma conversa à distância; depois, dias dentro da sua operação, olhando o trabalho acontecer de verdade — não a versão do organograma. O resto acontece à distância. Três a quatro semanas, com escopo, prazo e preço fechados antes de começar. O que sai não é um relatório de oitenta páginas: é tudo o que precisa estar decidido para a obra começar — e qualquer empresa consegue executar, não só eu.

A última das cinco partes, "o que não fazer", diminui o meu próprio orçamento. É por isso que você pode confiar nas outras quatro.

01
O fluxo real
Como o trabalho acontece de verdade, e não no organograma. Quase sempre é diferente do que está escrito — e é nessa diferença que o dinheiro se perde.
02
O gargalo, e quanto ele custa por mês
Uma operação anda na velocidade do ponto mais travado. Você recebe onde está esse ponto e quanto ele custa por mês, com a conta aberta.
03
As pessoas, e o que cada uma tem a perder
Como se trabalha hoje e como as pessoas gostariam de trabalhar, levantado por questionário — mais quem ganha e quem perde com cada mudança. Quem tem algo a perder e não foi ouvido é quem trava a implementação depois.
04
O plano priorizado
Cada item com escopo, custo, retorno esperado e prazo, marcado como problema de processo ou de sistema. E o aviso de onde a coisa piora antes de melhorar, e por quantas semanas.
05
O que não fazer
O que já está bom e não precisa mexer, o que parece problema e não é, e o que a sua empresa não aguentaria fazer agora. Ninguém entrega essa parte, porque ela diminui o tamanho do serviço.

03O custo de deixar como está

Enquanto vocêdecide de quem contratar,a empresa perde.

Cada mês parado tem um custo, e ele não aparece no balanço.

04De onde vem a minha experiência

Não é portfólio. São sistemas que eu construí e usei todo dia.

João Victor Grandizoli
João Victor Grandizoli
Quem faz o trabalho →

Sou CTO de um family office — e foi lá que construí os três sistemas que sustentam a casa: o painel gerencial que controla o funil comercial, o CRM sob medida — cliente, patrimônio, reuniões e cobrança — e o sistema que entrega ao consultor, na tela, o que antes ele montava no Excel. Eu opero esses sistemas todo dia.

Não fui contratado para entregar e ir embora: convivo com o que entreguei — uso, mantenho, corrijo quando quebra e ouço de quem usa. Quem conversa com você é quem executa o trabalho; não há equipe júnior do outro lado. E não vivo de consultoria: faço poucos projetos por ano, só quando enxergo o trabalho se pagando.

Funil comercial

AntesOportunidade controlada em planilha e memória. Ninguém sabia dizer onde cada negócio tinha parado.

DepoisPainel com o funil inteiro, etapa por etapa, e o que travou em cada uma.

Cliente, patrimônio e cobrança

AntesA mesma informação repetida em sistemas e planilhas separadas, cada uma com uma versão da verdade.

DepoisUm CRM sob medida como fonte única, com as cobranças saindo sozinhas na data certa.

Rotina do consultor

AntesCada um montava a própria planilha antes de cada reunião, refazendo o mesmo trabalho toda semana.

DepoisA informação pronta na tela, igual para todo mundo.

05Para quem eu trabalho

Empresa que já vende bem e precisa organizar o crescimento. Pode ser uma empresa madura, ou uma que está crescendo rápido demais para o controle que tem hoje.

Em geral entre 50 e 250 funcionários. É o tamanho em que o dono já não consegue mais acompanhar tudo de perto.

  • O faturamento cresceu e o controle ficou do mesmo tamanho
  • O custo real de cada ordem ou cliente é uma estimativa

E o que eu não faço

  • Gerar demanda: marketing, campanha, tráfego, prospecção (medir e controlar o funil que já existe, sim)
  • Reestruturação societária e jurídica

E o momento costuma ser este

  • Cresceu mais de 30% em dois anos com o mesmo controle de antes
  • Implantou um ERP e ele não pegou, e o trabalho voltou para a planilha
  • Sucessão em curso, ou o primeiro executivo de fora recém-contratado
  • Abriu a segunda unidade e ela não se parece com a primeira
  • A margem caiu sem o faturamento cair

Se você se reconheceu, falta saber quanto custa.

06Quanto custa

O preço vem do tamanho do problema.

Não cobro por hora, porque hora premia quem demora, nem mensalidade, porque mensalidade premia quem se torna indispensável. Cobro por problema resolvido e trabalho para ir embora. O preço é fechado antes de começar e não muda no meio.

O critério de entradaSó entro se eu enxergar o trabalho se pagando em menos de um ano. Se eu não enxergar, eu digo, e não pego.Em hora de gente que deixa de ser gasta, em erro que para de acontecer, em decisão que passa a ser tomada com número. Não é garantia de resultado, é critério para eu aceitar o trabalho.

Primeira etapa

Raio-X Operacional

A imersão na operação, o mapeamento completo e o documento em cinco partes. Escopo, prazo e preço fechados antes de começar.

Se você parar aqui, sai com um plano que dá para executar com quem quiser. Inclusive sem mim.

Segunda etapa

Implementação

Aprovado o pacote, eu executo: redesenho o processo ou construo o sistema, implanto com o seu time, treino e acompanho até a operação rodar sozinha.

O escopo sai do que o diagnóstico encontrou, e você decide já sabendo o que está em jogo.

A alternativa costuma ser trocar de ERP: seis a doze meses de projeto — e, no fim, a planilha voltando. Compare o meu preço com o que o problema já custou até aqui.

Me conte o queestá travando.

Não precisa preparar nada nem saber a causa. Eu respondo em um dia útil, eu mesmo, com a minha opinião sobre o que você contou. Se eu achar que não sou a pessoa certa para o seu caso, eu digo isso e explico por quê.

01/04

A empresa

Só eu leio. Nada é compartilhado.